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quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 9 de junho de 2011
papai é contra o romantismo
e eu agora não sei mais chorar
então escrevo.
então escrevo.
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sweet comic valentine
quarta-feira, 9 de junho de 2010
mas não sorrimos à toa
os dias se encontram como pontos finais, ou desenham um arco, é, melhor assim: um arco. antes de dormir e ao acordar, parece que as energias coincidem, as forças que sinto, vontades e clarezas - - - enquanto o meio é um tremendo meio. as madrugadas e manhãs: paredes de um canyon, todas as tardes: abismo desértico, isso de nariz entupido, o vento tão chato. lá no meio da rua, no meio do banco, o caixa do banco era outro, não era o de sempre, e fez anedota com o meu nariz, com meu responder "oi" ao não entender (se eu fizesse cara feia toda vez que um português me diz "força" ah se eu fizesse), me ofereceu um comprimido e a tarde ventava imensa, não era brasil, não era brasil. minha capa de chuva parecia de cobre porque não chovia, era ontem o dia da chuva, hoje era só vento e sair contra revelia. - - - - -
-------- acordei que nem contei: não tinha pão, abri uma lata de pêssego em calda joguei sucrilhos e linhaça, meu dia começou assim. agora terminou com iogurte de pêssego, aí estão os ciclos de sucrilhos, todos terminados, passando pela tarde com espinafre, frango, arroz integral e cenoura, não li o nietzsche que eu tenho que ler (antes quando não tinha, eu lia), respondi uns 3 ou seis emails, todos eles contando da minha técnica de exaustão (eu gosto disso, de ter muitos emails todos os dias, respondo a cada um deles e antes de dormir faço a minha oração compaixão com os escritores destinatários compaixão que eles nos levem à sério e não e percebam que sou só remetente de palavras que me remeteram em vigores lombos adestrados e vazios escrever, nunca te metas com um escritor se quiseres um par leal com as palavras um escritor vai dizê-las vai dizer-te tudo que pensa vai trançá-lo até o extase e depois BANG acabado BANG BANG BANG vai meter na tua caixa palavras de um ódio frio e ameno sempre estará do outro lado se revigorando com elas sempre maravilhado com as caixinhas de montar com a propriedade das palavras de provocarem misturarem incitarem CLARÕES - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - pois que palavra essencial é amor é amizade é eu e és tu - - - - - - voltamos) como um método de sucumbir para depois levantar, pensei como somos jovens, como somos jovens, como somos jovens, COMO SOMOS JOVENS, e de repente passa e não seremos jovens e não poderei mais usar a minha técnica infalível do recomeçar derrubando a arrogância no salão dos espirros recobrindo a humildade com catarro eu não poderei contar-te cem mil coisas - - - - - só duas ou três que te parecerão cem mil coisas de tanto que te acompanharão pelos incêndios e insônias, e ao plantar os pés de alface - sonífereas e insípidas- do teu cotidiano. -- - - - - - - - então descubro que com tanto contágio do meu amor querente passaste para mim seu vivo ostra de ser modos, agora sou eu que enclausurada estou numa rocha, e é ele, o sempre outro, o sempre vivo outro, que se aproxima da rocha e olha a mim mexilhão, com todos os olhos d miúdo que nunca tinha visto tais seres colados às rochas marinhas, e sem enciclopédia ou discovery channel, tenta ver-me e, maravilhado, quiçá, oxalá e colchão, o miúdo ama as pérolas e sabe mastigá-las com os dentes até parti-las, como eu, um dia, também contigo tentei.
-------- acordei que nem contei: não tinha pão, abri uma lata de pêssego em calda joguei sucrilhos e linhaça, meu dia começou assim. agora terminou com iogurte de pêssego, aí estão os ciclos de sucrilhos, todos terminados, passando pela tarde com espinafre, frango, arroz integral e cenoura, não li o nietzsche que eu tenho que ler (antes quando não tinha, eu lia), respondi uns 3 ou seis emails, todos eles contando da minha técnica de exaustão (eu gosto disso, de ter muitos emails todos os dias, respondo a cada um deles e antes de dormir faço a minha oração compaixão com os escritores destinatários compaixão que eles nos levem à sério e não e percebam que sou só remetente de palavras que me remeteram em vigores lombos adestrados e vazios escrever, nunca te metas com um escritor se quiseres um par leal com as palavras um escritor vai dizê-las vai dizer-te tudo que pensa vai trançá-lo até o extase e depois BANG acabado BANG BANG BANG vai meter na tua caixa palavras de um ódio frio e ameno sempre estará do outro lado se revigorando com elas sempre maravilhado com as caixinhas de montar com a propriedade das palavras de provocarem misturarem incitarem CLARÕES - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - pois que palavra essencial é amor é amizade é eu e és tu - - - - - - voltamos) como um método de sucumbir para depois levantar, pensei como somos jovens, como somos jovens, como somos jovens, COMO SOMOS JOVENS, e de repente passa e não seremos jovens e não poderei mais usar a minha técnica infalível do recomeçar derrubando a arrogância no salão dos espirros recobrindo a humildade com catarro eu não poderei contar-te cem mil coisas - - - - - só duas ou três que te parecerão cem mil coisas de tanto que te acompanharão pelos incêndios e insônias, e ao plantar os pés de alface - sonífereas e insípidas- do teu cotidiano. -- - - - - - - - então descubro que com tanto contágio do meu amor querente passaste para mim seu vivo ostra de ser modos, agora sou eu que enclausurada estou numa rocha, e é ele, o sempre outro, o sempre vivo outro, que se aproxima da rocha e olha a mim mexilhão, com todos os olhos d miúdo que nunca tinha visto tais seres colados às rochas marinhas, e sem enciclopédia ou discovery channel, tenta ver-me e, maravilhado, quiçá, oxalá e colchão, o miúdo ama as pérolas e sabe mastigá-las com os dentes até parti-las, como eu, um dia, também contigo tentei.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
play with fire
sim e isso é tanto, mas as coisas se vão embora também nossas células se trocam quantas novas é tudo já renovado, resetado em quantos anos? onde será que estaremos daqui 20 anos? que pessoas nos tocarão? se esse ano é Hilda Hilst a maior escritora que já li quem será em 2030?
"Ai Senhor, tu tens igual a nós o fétido buraco? Escondido atrás mas quantas vezes pensado, escondido atrás, todo espremido, humilde mas demolidor de vaidades, impossível ao homem se pensar espirro do divino tendo esse luxo atrás, discurseiras, senado, o colete lustroso dos políticos, o cravo na lapela, o cetim nas mulheres, o olhar envesgado, trejeitos, cabeleiras, mas o buraco ali, pensaste nisso? Ó buraco, estás aí também, no teu Senhor?"
não sei dos lugares adiante, tão pouco tu sabes, e sigo, segues, somos seguidos.
dia desses duas moscas zumbiram em seqüencia no meu ouvido, mas não as pude ver. estive certa por dois segundos e tremi: É A LOUCURA.
que coisa forte que é.
alazão, alazão, acalma-te.
"Ai Senhor, tu tens igual a nós o fétido buraco? Escondido atrás mas quantas vezes pensado, escondido atrás, todo espremido, humilde mas demolidor de vaidades, impossível ao homem se pensar espirro do divino tendo esse luxo atrás, discurseiras, senado, o colete lustroso dos políticos, o cravo na lapela, o cetim nas mulheres, o olhar envesgado, trejeitos, cabeleiras, mas o buraco ali, pensaste nisso? Ó buraco, estás aí também, no teu Senhor?"
não sei dos lugares adiante, tão pouco tu sabes, e sigo, segues, somos seguidos.
dia desses duas moscas zumbiram em seqüencia no meu ouvido, mas não as pude ver. estive certa por dois segundos e tremi: É A LOUCURA.
que coisa forte que é.
alazão, alazão, acalma-te.
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